Creio em Deus, que criou a mim e a todas as criaturas, que me deu e que sustenta meu corpo com todos os seus membros e meu espírito com todas as suas faculdades; que me provê abundantemente alimento diário, vestimenta, habitação e tudo o que é necessário para a vida. Que me ampara contra todo perigo e me protege e guarda de todo o mal; e tudo isso o faz sem qualquer mérito ou dignidade de minha parte, mas por sua pura bondade e sua divina misericórdia. E isto é, com toda certeza, a verdade.
Creio em Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro Homem, que é meu Senhor. Que remiu a mim, perdido e condenado, libertando-me do pecado, da morte e do poder do maligno, não com ouro ou prata, mas com seu sangue e com seu sofrimento e pela sua morte inocente, para que lhe pertença para sempre e viva uma vida nova com Ele mesmo, que ressuscitado dentre os mortos, vive e reina eternamente. E isto é, com toda certeza, a verdade.
Creio que o Espírito Santo me chama pelo Evangelho, me ilumina com seus dons, me santifica, me mantém na verdadeira fé e na Igreja que Ele congrega de dia em dia. É Ele também quem perdoa plenamente meus pecados, assim como aos de todos os que crêem. É Ele quem, no ultimo dia, me ressuscitará dentre os mortos e me dará, com todos os fiéis em Cristo, a vida eterna. E isto é, com toda certeza, a verdade.
livros que devorei
- a proclamação do evangelho karl barth
- as confissões de agostinho
- discipulado Bonhoeffer
- diário de um sedutor kiekggard
- evangelho segundo joão apostolo joão
- noite escura san juan de la croix
- o alquimista paulo coelho
- resistência e submissão bonhoeffer
rosas á vida
ainda que á morrer o coração ainda pulsa , rosas á vida e não á morte ainda que sangre , que doa ,que soframos por isso , levantemo-nos e respiremos. rosas á vida
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
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Tudo se transforma na América latina
Samuel Duarte Gomes
A Alquimia medieval elaborou um enunciado hermético que traduz uma realidade intrínseca á natureza, “Solve et coagula “, tudo se desmancha e volta a se integrar , a essência das coisas obedece ciclos de renovação que passam por encontros e desencontros , esse paradoxo sempre presente , que se instala na natureza de nossas relações com o espaço tempo .Tudo se desmancha se mistura e se junta novamente ,a existência é elaborada numa nova perspectiva .
A América é assim fruto desses encontros e desencontros, pela paz da vida anônima ao encontro com o mundo urbano, até as grandes navegações e a cultura colonial com seu legado de contrastes .Ocupação ou invasão como nome de colonização , dissolvendo as culturas nativas e promovendo a inserção de elementos culturais , forçando políticas alienadas á realidade , modo de produção pela trilha amarga da exploração e justificada pelo desenvolvimento e sustentação da hegemonia Européia representada pelas Coroas da península Ibérica. Os conquistadores de posse das estruturas mentais dos conquistados fizeram de sua escatologia e perspectivas de parousia, sendo o chacal que nega a misericórdia á preza , transformaram a esperança do retorno de quetzacoatl num abraço mortal a um mal que nem a soma de seus maiores terrores poderia promover. Os astecas portadores de uma ética bélica que respeitava a vida e o cultivo , a natureza e seus dotes , , foram primeiramente confundidos , dispersados em sua unidade ideal ,e dizimados pela ganância e exploração dos colonizadores , em proporções de crueldade até então desconhecida por eles .
Em meio essa trágica realidade do colonialismo expansivo na América e na ausência de medidas reprodução das riquezas. Com a destruição posterior da população indígena pelo trabalho forçado e pelas doenças, a Espanha procurou mão de obra na África para essas colônias; ( Galeano ;1983 p53) o comércio de escravos “é o princípio básico e fundamental de todo o resto , como o principal impulso da maquina que põe em movimento cada roda da engrenagem” . Assim o uso escravizado do negro abre uma escala de exploração que vai ser historicamente o paradigma de relação capitalista X trabalhador . Ele vai ser encontrado na “plantation” , no campo e na cidade ,sua figura humana vai ser desumanizada pelo status de mercadoria que a consciência cristã , branca e Ibérica o legava : o de mercadoria descartável.
Uma Companheira de viagens ; de um lado á outro nesse traço imaginário, a fé católica desempenhou uma influência de importância vital aos ideais dos conquistadores através da catequização e doutrinação dos nativos, a cosmovisão do dominador foi se impondo e facilitando as relações de dominação entre o colonizador e o colonizado , outro paradoxo , a cruz e a espada , a prece e a dominação... Contrastes ...encontros e desencontros .
A herança permitida deve ser buscada dentro de cada fração dessa massa multiforme e plena de experiências, de sonhos e de passado , embora algumas coisas devam ser esquecidas por um momento , para que continuemos a viver e sem rancor , as marcas que deveras nos fazia sofrer deve nos tornar mais fortes .
Bibliografia
Todorov, T.A. A conquista da América. A questão do outro.
S.Paulo. Martins Fontes ,1991 .
Galeano, Eduardo. As veias abertas da América Latina
Ed, Paz e terra ,1983
A Alquimia medieval elaborou um enunciado hermético que traduz uma realidade intrínseca á natureza, “Solve et coagula “, tudo se desmancha e volta a se integrar , a essência das coisas obedece ciclos de renovação que passam por encontros e desencontros , esse paradoxo sempre presente , que se instala na natureza de nossas relações com o espaço tempo .Tudo se desmancha se mistura e se junta novamente ,a existência é elaborada numa nova perspectiva .
A América é assim fruto desses encontros e desencontros, pela paz da vida anônima ao encontro com o mundo urbano, até as grandes navegações e a cultura colonial com seu legado de contrastes .Ocupação ou invasão como nome de colonização , dissolvendo as culturas nativas e promovendo a inserção de elementos culturais , forçando políticas alienadas á realidade , modo de produção pela trilha amarga da exploração e justificada pelo desenvolvimento e sustentação da hegemonia Européia representada pelas Coroas da península Ibérica. Os conquistadores de posse das estruturas mentais dos conquistados fizeram de sua escatologia e perspectivas de parousia, sendo o chacal que nega a misericórdia á preza , transformaram a esperança do retorno de quetzacoatl num abraço mortal a um mal que nem a soma de seus maiores terrores poderia promover. Os astecas portadores de uma ética bélica que respeitava a vida e o cultivo , a natureza e seus dotes , , foram primeiramente confundidos , dispersados em sua unidade ideal ,e dizimados pela ganância e exploração dos colonizadores , em proporções de crueldade até então desconhecida por eles .
Em meio essa trágica realidade do colonialismo expansivo na América e na ausência de medidas reprodução das riquezas. Com a destruição posterior da população indígena pelo trabalho forçado e pelas doenças, a Espanha procurou mão de obra na África para essas colônias; ( Galeano ;1983 p53) o comércio de escravos “é o princípio básico e fundamental de todo o resto , como o principal impulso da maquina que põe em movimento cada roda da engrenagem” . Assim o uso escravizado do negro abre uma escala de exploração que vai ser historicamente o paradigma de relação capitalista X trabalhador . Ele vai ser encontrado na “plantation” , no campo e na cidade ,sua figura humana vai ser desumanizada pelo status de mercadoria que a consciência cristã , branca e Ibérica o legava : o de mercadoria descartável.
Uma Companheira de viagens ; de um lado á outro nesse traço imaginário, a fé católica desempenhou uma influência de importância vital aos ideais dos conquistadores através da catequização e doutrinação dos nativos, a cosmovisão do dominador foi se impondo e facilitando as relações de dominação entre o colonizador e o colonizado , outro paradoxo , a cruz e a espada , a prece e a dominação... Contrastes ...encontros e desencontros .
A herança permitida deve ser buscada dentro de cada fração dessa massa multiforme e plena de experiências, de sonhos e de passado , embora algumas coisas devam ser esquecidas por um momento , para que continuemos a viver e sem rancor , as marcas que deveras nos fazia sofrer deve nos tornar mais fortes .
Bibliografia
Todorov, T.A. A conquista da América. A questão do outro.
S.Paulo. Martins Fontes ,1991 .
Galeano, Eduardo. As veias abertas da América Latina
Ed, Paz e terra ,1983
E então virá o Fim?
Samuel Duarte Gomes
Entre as questões que povoam a tese principal de Fukuyama, A razão de grande repercussão o que nos entusiastas gerou grande frisson, foi o de tentar elaborar uma linha de abordagem da história, indo de Platão a Nietzsche e passando por Kant e Hegel, a fim de revigorar o raciocínio de que o capitalismo e a democracia burguesa constituem o coroamento da história da humanidade No ponto culminante de sua evolução com o triunfo da democracia liberal ocidental sobre todos os demais sistemas e ideologias concorrentes.
Este século viu, primeiramente, a destruição do fascismo e, em seguida, do socialismo, que fora o grande adversário do capitalismo e do liberalismo no pós-guerra, restando apenas, atualmente, em oposição à proposta capitalista liberal, resíduos de nacionalismos, sem possibilidade de significarem um projeto para a humanidade, e o fundamentalismo islâmico, confinado ao Oriente e a países periféricos. Assim, com a derrocada do socialismo, Fukuyama conclui que a democracia liberal ocidental firmou-se como a solução final do governo humano, significando, nesse sentido, o "fim da história" da humanidade, ou do continente Ocidental, pois essas metanarrativas tratam mais dessa realidade ocidental e não reconhece o oriente no compartilhar da sua contingência.
No seu livro o Fim da História e o último Homem, ele defendeu a tese de que nunca mais haverá transformações históricas profundas e que a humanidade atingiu o ponto máximo: o capitalismo e o liberalismo político econômico serão eternos, logo devem ser esquecidos os debates filosóficos e as manifestações artísticas de vanguarda. As idéias revolucionárias fazem parte do passado. Nosso presente e futuro é usufruir dos recursos cada vez mais revezantes e intrínsecos a essa realidade final. Isso legitimista a globalização como uma ordem natural sustentada e amadurecida por esse estado atual situacionado.
Principais enunciados na tese de Fukuyama :
- O capitalismo e a democracia burguesa constituem o coroamento da história da humanidade.
- Com a queda do Bloco socialista representados pelos URSS e o muro de Berlim, a história conheceu o seu fim.
- A evolução ideológica da humanidade foi finalizada, acabaram se os conflitos, assim como as metanarrativas.
- A democracia no sec.XXI deixa de ser um sistema político e se universaliza, se difundindo no mundo.
- A social democracia associada ao capitalismo nos lega um novo mundo. A democracia liberal constitui a melhor solução possível para o Problema Humano.
Embora seu argumento em esclarecimentos ao que chama de fim da história seja vistos como tendenciosos e americanizados, ele num esforço de Hércules apregoa não haver nenhuma relação entre sua teoria e uma proposta de modelo americano sócio político como ideal de perfeição.
A pós-modernidade e o debate sobre a história
Entre outras teses que defendem esse tema temos em Lyotard o fim da história entendido como o encerramento de determinada concepção de história, ou filosofia da história moderna, que defende a racionalidade universal do devir histórico, organizando os ventos a partir do futuro, conforme os pressupostos iluministas é o fim da história correlacionada à esperança e ao mundo ideal inspirado pelas ideologias.
Uma pergunta fica inquietante e suspensa! Como as ideologias tiveram fim, se os norte-americanos e europeus sentem-se mais do que nunca engajados na sua secular missão civilizadora, de democratizar o resto do planeta: Rússia, China, mundo árabe-islâmico e África. Ocupando todos os espaços possíveis na política e utilizando sempre que possível e mesmo na inconveniência e insensatez a ocupação militar e a guerra. Em outras palavras, a democracia que é levada não é facilmente imposta do exterior e os países ocidentais. Colonizadores de ontem e poder dominante de hoje? .
Nas idéias de Jean-François Lyotard a idéia de fim da história é tratada com uma severidade menos otimista, enquanto para Fukuyama o mundo não será significantemente alterado, pois atinge uma espécie de otimização onde nada poderá substituir o que ai está, com o fim das ideologias, as metanarrativas se tornam desgastadas desorganizando o eixo central por onde se equilibra a experiência humana. Encerrando-se a concepção de história, costumeiramente organizado com uma finalidade que engloba os interesses de um tempo, da política á religião, da economia á costumes e cultura, é como se narrativamente a história perdesse sua continuidade, ou se tornada multifacetada perdendo a capacidade de transmitir de forma monolítica, A descoberta de micro-histórias, do outro nas suas peculiaridades e singularidade, sem encaixe num processo histórico universal e unitário e linear na sua abordagem e importância. Mas não trata de ver o modelo sociopolítico atual como realização plena da história.
Diante ainda dos limites de Fukuyama, temos a noção de choque de civilizações de Samuel Huntington, segundo esse autor os conflitos seriam motivados não seriam motivados por ideologias, muito menos por questões econômicas, mas sim por questões culturais. Esse traçado desfavorece a teoria de Fukuyama por deixar transparecer que os problemas geopolíticos prevalecem, uma vez que as guerras do futuro serão das civilizações e os fatores identitários caracterizados como fundamentalismo, serão os seus motivadores, uma briga entre forças ostensivas, em contra partida argumentando sobre a inviabilidade da explicação de Huntington a versão é uma reciclada da tese da guerra fria, justificando a necessidade de guerra continua que alimenta ainda mais a hegemonia norte americana, e para finalizar Edward Said comenta em resposta essa tese de Huntington “Os conflitos do Mundo de hoje e de amanhã continuarão a ser em essência
ideológicos, em vez de econômicos e sociais”. Nessa luta de forças ideológicas, simbólicas e com muita força das representações religiosas, cristãos, Islâmicos, evangélicos e quem mais quiser se salvar há de no céu entrar, ainda que cheirando a fumaça.
Bibliografia: SAID, Edward, Reflexões sobre o exílio, COMPANHIA DAS LETRAS , pg.317
Entre as questões que povoam a tese principal de Fukuyama, A razão de grande repercussão o que nos entusiastas gerou grande frisson, foi o de tentar elaborar uma linha de abordagem da história, indo de Platão a Nietzsche e passando por Kant e Hegel, a fim de revigorar o raciocínio de que o capitalismo e a democracia burguesa constituem o coroamento da história da humanidade No ponto culminante de sua evolução com o triunfo da democracia liberal ocidental sobre todos os demais sistemas e ideologias concorrentes.
Este século viu, primeiramente, a destruição do fascismo e, em seguida, do socialismo, que fora o grande adversário do capitalismo e do liberalismo no pós-guerra, restando apenas, atualmente, em oposição à proposta capitalista liberal, resíduos de nacionalismos, sem possibilidade de significarem um projeto para a humanidade, e o fundamentalismo islâmico, confinado ao Oriente e a países periféricos. Assim, com a derrocada do socialismo, Fukuyama conclui que a democracia liberal ocidental firmou-se como a solução final do governo humano, significando, nesse sentido, o "fim da história" da humanidade, ou do continente Ocidental, pois essas metanarrativas tratam mais dessa realidade ocidental e não reconhece o oriente no compartilhar da sua contingência.
No seu livro o Fim da História e o último Homem, ele defendeu a tese de que nunca mais haverá transformações históricas profundas e que a humanidade atingiu o ponto máximo: o capitalismo e o liberalismo político econômico serão eternos, logo devem ser esquecidos os debates filosóficos e as manifestações artísticas de vanguarda. As idéias revolucionárias fazem parte do passado. Nosso presente e futuro é usufruir dos recursos cada vez mais revezantes e intrínsecos a essa realidade final. Isso legitimista a globalização como uma ordem natural sustentada e amadurecida por esse estado atual situacionado.
Principais enunciados na tese de Fukuyama :
- O capitalismo e a democracia burguesa constituem o coroamento da história da humanidade.
- Com a queda do Bloco socialista representados pelos URSS e o muro de Berlim, a história conheceu o seu fim.
- A evolução ideológica da humanidade foi finalizada, acabaram se os conflitos, assim como as metanarrativas.
- A democracia no sec.XXI deixa de ser um sistema político e se universaliza, se difundindo no mundo.
- A social democracia associada ao capitalismo nos lega um novo mundo. A democracia liberal constitui a melhor solução possível para o Problema Humano.
Embora seu argumento em esclarecimentos ao que chama de fim da história seja vistos como tendenciosos e americanizados, ele num esforço de Hércules apregoa não haver nenhuma relação entre sua teoria e uma proposta de modelo americano sócio político como ideal de perfeição.
A pós-modernidade e o debate sobre a história
Entre outras teses que defendem esse tema temos em Lyotard o fim da história entendido como o encerramento de determinada concepção de história, ou filosofia da história moderna, que defende a racionalidade universal do devir histórico, organizando os ventos a partir do futuro, conforme os pressupostos iluministas é o fim da história correlacionada à esperança e ao mundo ideal inspirado pelas ideologias.
Uma pergunta fica inquietante e suspensa! Como as ideologias tiveram fim, se os norte-americanos e europeus sentem-se mais do que nunca engajados na sua secular missão civilizadora, de democratizar o resto do planeta: Rússia, China, mundo árabe-islâmico e África. Ocupando todos os espaços possíveis na política e utilizando sempre que possível e mesmo na inconveniência e insensatez a ocupação militar e a guerra. Em outras palavras, a democracia que é levada não é facilmente imposta do exterior e os países ocidentais. Colonizadores de ontem e poder dominante de hoje? .
Nas idéias de Jean-François Lyotard a idéia de fim da história é tratada com uma severidade menos otimista, enquanto para Fukuyama o mundo não será significantemente alterado, pois atinge uma espécie de otimização onde nada poderá substituir o que ai está, com o fim das ideologias, as metanarrativas se tornam desgastadas desorganizando o eixo central por onde se equilibra a experiência humana. Encerrando-se a concepção de história, costumeiramente organizado com uma finalidade que engloba os interesses de um tempo, da política á religião, da economia á costumes e cultura, é como se narrativamente a história perdesse sua continuidade, ou se tornada multifacetada perdendo a capacidade de transmitir de forma monolítica, A descoberta de micro-histórias, do outro nas suas peculiaridades e singularidade, sem encaixe num processo histórico universal e unitário e linear na sua abordagem e importância. Mas não trata de ver o modelo sociopolítico atual como realização plena da história.
Diante ainda dos limites de Fukuyama, temos a noção de choque de civilizações de Samuel Huntington, segundo esse autor os conflitos seriam motivados não seriam motivados por ideologias, muito menos por questões econômicas, mas sim por questões culturais. Esse traçado desfavorece a teoria de Fukuyama por deixar transparecer que os problemas geopolíticos prevalecem, uma vez que as guerras do futuro serão das civilizações e os fatores identitários caracterizados como fundamentalismo, serão os seus motivadores, uma briga entre forças ostensivas, em contra partida argumentando sobre a inviabilidade da explicação de Huntington a versão é uma reciclada da tese da guerra fria, justificando a necessidade de guerra continua que alimenta ainda mais a hegemonia norte americana, e para finalizar Edward Said comenta em resposta essa tese de Huntington “Os conflitos do Mundo de hoje e de amanhã continuarão a ser em essência
ideológicos, em vez de econômicos e sociais”. Nessa luta de forças ideológicas, simbólicas e com muita força das representações religiosas, cristãos, Islâmicos, evangélicos e quem mais quiser se salvar há de no céu entrar, ainda que cheirando a fumaça.
Bibliografia: SAID, Edward, Reflexões sobre o exílio, COMPANHIA DAS LETRAS , pg.317
“Estado contemporâneo e classe burguesa”.
Entra ano e sai ano, ano político, que passa e reveza sempre as oportunidades dos desejozos nas chances procuradas pelos oportunistas das urnas nossa bancada de representantes cada dia representa mais , fora os anos de chumbo onde não se podia representar , ou se era impedido , ou não se tinha a coragem o suficiente par os enfrentamentos emergentes do tempo .
Assim se faz política e assim se constrói um Estado , estado de coisas , com suas sublimes discrepâncias , nas espumas de uma reforma desejada pelos antepassados políticos , ficou um sistema ainda distante das utopias desejadas pela virtude popular .Uma demonstração simples dessa situação é a forma turbulenta como assuntos tão urgentes ( como reforma tributária, reforma agrária ,repasse para as agencias de saúde )são postos na pauta de discussão em planos inferiores . Embora seja o crescimento IDH brasileiro um fator injetor na economia . Para William Nozaki e Gabriel Rossini .
“os gastos públicos para reajuste do salário mínimo, com transferências de renda, com previdência social. A expansão desses gastos, especialmente do salário mínimo, possibilitou a manutenção do consumo, em especial das classes sociais mais baixas, minimizando os efeitos restritivos impostos pela crise. Desse modo, o consumo estimulado tanto pelo aumento da renda quanto pela melhora na sua distribuição atuou como um importante ativador da demanda durante a crise, induzindo posteriormente o próprio investimento.”
A política partidária, nesse tempo sem ideologias políticas definidas pela objetividade , o jogo do poder tornou-se uma cama de gato até para as mais bem intencionadas criaturas .Nota-se forte ênfase por parte de políticos representantes da resistência do Coronelismo agropecuário brasileiro na política do agronegócio que pode ser interpretada como um subterfúgio para de forma tranqüila enfraquecer o movimento de reforma agrária, “Em períodos de crise (como agora ), em que o conflito de classe se torna mais agudo, a classe dominante faz valer e prevalecer seus interesses e exerce o poder político direto “[(PRAUN ,pg.84).Em matéria na Revista Brasil de fato Ariovaldo Umbelino de forma categórica afirma “A crise alimentar resultou da total
incapacidade do mercado para conduzir à segurança e à soberania alimentar. No Brasil, a ausência de reforma agrária foi também determinante, e a situação é tendencialmente explosiva em função da escalada dos bio-combustíveis” .
As conseqüências das medidas implementadas no interior do sistema produtivo pela tendência neoliberal ,fez foco na produção e no consumo final , sem medir as processuais fases e implicações mercadológicas e sua convergência no todo da sociedade .Essa imagem de soberania fomentada pelo Estado sustentada por atitudes estratégicas que agregam valores apenas par grupos em sua dimensão social separada releva o delineamento da ação do Estado contemporâneo ,em seu espaço efetivo na sociedade refletindo a sentença marxista sobre o mesmo como “poder de uma classe para oprimir a outra “, nessa tensão está a relação Estado e classe social , essa desigualdade revelada na disposição do Estado em entender a crise como um processo encadeado que aborda sem preconceitos , e sem discriminar-se e que embora tenha nascedouro se apresenta como nossa , apenas nossa e nunca dos mantenedores de um sistema desigual e favorável , burguesia atual , que no antegosto de presenciar uma massa falída , começam a bordar suas teorias . Na tentativa de deixar em nossa conta os gastos com o pagamento das conseqüências da trégua em luta inacabada , a luta de classes .Enquanto isso reina a primado do cidadão privado como analisa Lúcio Kowarick “Em virtude da condição generalizada de subcidadania , a autoconstrução de uma percepção de moralidade e dignidade tende a se solidificar nos valores e símbolos edificados em torno de projetos individuais : é o primado do cidadão privado .(KOWARICK,1995,pg.110-112).
O interesse privado do individual ao social ,é a única perspectiva do homem do nosso tempo.
KOWARICK ,Lúcio ,”Cidade e cidadania :cidadão e subcidadão público”. in Brasil: Brasil em artigos , coleção SEADE bolso, São Paulo : Fundação SEADE, 1995
Referência bibliográfica
-NOZAKI, Willian e ROSSINI, Gabriel. O Brasil e as políticas econômicas de combate a crise financeira.
http://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=5787. Acessado em 13/11/2010
-PRAUN , Luci ( org.).do Global ao Local , tensões e conflitos no espaço urbano –texto de Suzi Piza . Acerca do Estado contemporâneo pg.84.ano 2010.
KOWARICK ,Lúcio ,”Cidade e cidadania :cidadão e subcidadão público”. in Brasil: Brasil em artigos , coleção SEADE bolso, São Paulo : Fundação SEADE, 1995
-UMBELINO, Ariovaldo ,as razões da crise alimentar.
http://www.brasildefato.com.br/node/3530 , acessado em 13/11/2010
Entra ano e sai ano, ano político, que passa e reveza sempre as oportunidades dos desejozos nas chances procuradas pelos oportunistas das urnas nossa bancada de representantes cada dia representa mais , fora os anos de chumbo onde não se podia representar , ou se era impedido , ou não se tinha a coragem o suficiente par os enfrentamentos emergentes do tempo .
Assim se faz política e assim se constrói um Estado , estado de coisas , com suas sublimes discrepâncias , nas espumas de uma reforma desejada pelos antepassados políticos , ficou um sistema ainda distante das utopias desejadas pela virtude popular .Uma demonstração simples dessa situação é a forma turbulenta como assuntos tão urgentes ( como reforma tributária, reforma agrária ,repasse para as agencias de saúde )são postos na pauta de discussão em planos inferiores . Embora seja o crescimento IDH brasileiro um fator injetor na economia . Para William Nozaki e Gabriel Rossini .
“os gastos públicos para reajuste do salário mínimo, com transferências de renda, com previdência social. A expansão desses gastos, especialmente do salário mínimo, possibilitou a manutenção do consumo, em especial das classes sociais mais baixas, minimizando os efeitos restritivos impostos pela crise. Desse modo, o consumo estimulado tanto pelo aumento da renda quanto pela melhora na sua distribuição atuou como um importante ativador da demanda durante a crise, induzindo posteriormente o próprio investimento.”
A política partidária, nesse tempo sem ideologias políticas definidas pela objetividade , o jogo do poder tornou-se uma cama de gato até para as mais bem intencionadas criaturas .Nota-se forte ênfase por parte de políticos representantes da resistência do Coronelismo agropecuário brasileiro na política do agronegócio que pode ser interpretada como um subterfúgio para de forma tranqüila enfraquecer o movimento de reforma agrária, “Em períodos de crise (como agora ), em que o conflito de classe se torna mais agudo, a classe dominante faz valer e prevalecer seus interesses e exerce o poder político direto “[(PRAUN ,pg.84).Em matéria na Revista Brasil de fato Ariovaldo Umbelino de forma categórica afirma “A crise alimentar resultou da total
incapacidade do mercado para conduzir à segurança e à soberania alimentar. No Brasil, a ausência de reforma agrária foi também determinante, e a situação é tendencialmente explosiva em função da escalada dos bio-combustíveis” .
As conseqüências das medidas implementadas no interior do sistema produtivo pela tendência neoliberal ,fez foco na produção e no consumo final , sem medir as processuais fases e implicações mercadológicas e sua convergência no todo da sociedade .Essa imagem de soberania fomentada pelo Estado sustentada por atitudes estratégicas que agregam valores apenas par grupos em sua dimensão social separada releva o delineamento da ação do Estado contemporâneo ,em seu espaço efetivo na sociedade refletindo a sentença marxista sobre o mesmo como “poder de uma classe para oprimir a outra “, nessa tensão está a relação Estado e classe social , essa desigualdade revelada na disposição do Estado em entender a crise como um processo encadeado que aborda sem preconceitos , e sem discriminar-se e que embora tenha nascedouro se apresenta como nossa , apenas nossa e nunca dos mantenedores de um sistema desigual e favorável , burguesia atual , que no antegosto de presenciar uma massa falída , começam a bordar suas teorias . Na tentativa de deixar em nossa conta os gastos com o pagamento das conseqüências da trégua em luta inacabada , a luta de classes .Enquanto isso reina a primado do cidadão privado como analisa Lúcio Kowarick “Em virtude da condição generalizada de subcidadania , a autoconstrução de uma percepção de moralidade e dignidade tende a se solidificar nos valores e símbolos edificados em torno de projetos individuais : é o primado do cidadão privado .(KOWARICK,1995,pg.110-112).
O interesse privado do individual ao social ,é a única perspectiva do homem do nosso tempo.
KOWARICK ,Lúcio ,”Cidade e cidadania :cidadão e subcidadão público”. in Brasil: Brasil em artigos , coleção SEADE bolso, São Paulo : Fundação SEADE, 1995
Referência bibliográfica
-NOZAKI, Willian e ROSSINI, Gabriel. O Brasil e as políticas econômicas de combate a crise financeira.
http://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=5787. Acessado em 13/11/2010
-PRAUN , Luci ( org.).do Global ao Local , tensões e conflitos no espaço urbano –texto de Suzi Piza . Acerca do Estado contemporâneo pg.84.ano 2010.
KOWARICK ,Lúcio ,”Cidade e cidadania :cidadão e subcidadão público”. in Brasil: Brasil em artigos , coleção SEADE bolso, São Paulo : Fundação SEADE, 1995
-UMBELINO, Ariovaldo ,as razões da crise alimentar.
http://www.brasildefato.com.br/node/3530 , acessado em 13/11/2010
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